O que pode estar acontecendo no seu caso?
Muitos trabalhadores usam moto todos os dias para cumprir tarefas da empresa, mas nunca receberam adicional ou nunca tiveram a rotina analisada. Veja situações que podem precisar de avaliação.
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Se a moto faz parte da sua rotina, pode ser importante analisar como esses deslocamentos acontecem e se eles são exigidos pela empresa.
O caso precisa ser avaliado conforme a frequência, a função, os trajetos e a forma como o trabalho é realizado.
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Entregas feitas de moto podem expor o trabalhador a riscos constantes no trânsito.
Se a empresa exige esse tipo de atividade com frequência, seja com moto própria ou da empresa, a situação pode precisar de análise.
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Vendedores externos, cobradores, técnicos, promotores, supervisores e outros trabalhadores podem usar moto para visitar clientes ou cumprir tarefas fora da empresa.
Quando esses deslocamentos fazem parte do trabalho, é importante entender a rotina real e a frequência do uso da moto.
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Muitos trabalhadores usam moto própria, pagam combustível, manutenção e ainda assumem o risco do deslocamento para executar tarefas do trabalho.
Além do uso da moto, pode ser necessário entender se a empresa exigia, dependia ou se beneficiava desses deslocamentos.
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Alguns trabalhadores usam moto diariamente e recebem apenas o salário normal, sem qualquer adicional relacionado ao risco.
O adicional de periculosidade pode ser discutido quando o trabalho expõe o empregado a risco de forma habitual, conforme a atividade realizada.
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Pegar trânsito, chuva, sol, vias movimentadas, risco de acidente, pressão por horário e deslocamentos constantes pode virar rotina para quem trabalha de moto.
Se isso faz parte das suas atividades, vale entender se a situação pode ser analisada.
Isso aconteceu com você?
Procure orientação se você passou por alguma dessas situações:
- Usa moto para trabalhar com frequência.
- Faz entregas de moto para a empresa.
- Faz visitas, cobranças ou atendimento externo usando moto.
- Usa sua própria moto para cumprir tarefas do trabalho.
- A empresa exige deslocamentos de moto durante o expediente.
- Trabalha exposto ao trânsito, sol e chuva.
- Tem pressão para cumprir rotas, entregas ou visitas.
- Nunca recebeu adicional de periculosidade, mesmo usando moto na rotina.
- Recebe salário normal, mas usa moto quase todos os dias.
- Quer entender se o uso da moto no seu trabalho pode ser analisado.
A moto faz parte da sua rotina de trabalho?
Se você usa moto para fazer entregas, visitas, cobranças, atendimento externo ou deslocamentos para a empresa, envie sua situação pelo WhatsApp e o escritório diz o que dá para fazer.
Tirar dúvida sobre periculosidade de motoComo funciona o atendimento?
Você conta como usa a moto no trabalho
Explique de forma simples sua função, com que frequência usa a moto, se faz entregas, visitas, cobranças ou deslocamentos a serviço da empresa.
Você não precisa saber explicar juridicamente.
O escritório entende o problema
A equipe verifica os principais pontos do caso, como rotina, frequência dos deslocamentos, exigência da empresa, função exercida, uso de moto própria, mensagens, rotas e possíveis provas.
O objetivo é entender se existem pontos da rotina com moto que precisam ser avaliados.
Você recebe orientação sobre os próximos passos
Depois da análise inicial, o escritório informa quais caminhos podem ser avaliados de acordo com a situação apresentada.
Cada caso depende dos fatos, documentos e provas disponíveis.
Atuação conduzida por Josef Stalin (OAB/RN 19.007) e Daniel Cavalcanti (OAB/RN 19.747), com foco em Direito Trabalhista e Previdenciário. Conheça o escritório
Trabalha de moto e quer entender se sua rotina pode ser analisada?
Se você faz entregas, visitas, cobranças, atendimento externo ou deslocamentos para a empresa usando moto e não recebe adicional de periculosidade, envie sua situação pelo WhatsApp e você recebe uma resposta sobre o seu caso.
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